Acabei de ver no Instagram do blog Mami e Mimos (que adoro e recomendo!) essa super novidade, e já vim correndo compartilhar com vocês: um ultrassom portátil, que vem com um cabinho USB e você conecta em qualquer smartphone.
Que grávida de plantão aí não gostaria de um desses, hein???
Ameiiiii!!!!
Gestantes e mamães de Brasília, em especial às de Águas Claras e cidades próximas, nesse fim de semana, temos um evento super delicioso e saudável!!! É a caminhada do Programa Dani Rico!!!
Além da caminhada, teremos: bata/camiseta, tenda de proteção solar, aula de musicalização e piscina de bolinhas para os bebês, mesa de frutas, massagem e mais 06 parceiros oferecendos serviços gratuitos.
Não é porque amo o trabalho da Dani Rico, não, mas essa caminhada é uma das coisas mais lindas que já vi e participei!!! O amor realmente contagia!!! Vale muito a pena participar!!!
Recebemos ao longo das 03 últimas semanas muitas perguntas de leitoras questionando sobre a diabetes gestacional. Assim, a querida, Dra. Pollyanna Ayub, escreveu um pouquinho a respeito deste tema para vocês!!!! E, você, leitor (a), que tem alguma dúvida na área de nutrição materno-infantil, pode nos enviá-la no email: contato@babydicas.com.br, que a Dra. Pollyanna terá o maior prazer em responder!!!
O que é a diabetes gestacional?
É uma intolerância à glicose (quando os níveis de glicemia em jejum estão altos), diagnosticada pela primeira vez durante a gestação, de grau variável e que pode ou não persistir no pós-parto. O surgimento de diabetes gestacional em gestação anterior constitui um fator de risco mais significativo, já que implica 38% a 66% de chance de recidiva do problema na gestação atual.
As mulheres modernas dividem igual espaço com os homens no mercado de trabalho e cada vez mais buscam o desenvolvimento profissional. Embora seja reflexo da equidade sócio-econômica entre gêneros, a remodelação do papel social da mulher ao longo da segunda metade do século XX resultou em nítida tendência de se postergar a maternidade.
Há estudos demonstrando expressiva multiplicação na proporção dos nascimentos em mulheres com 35 ou mais anos de idade nos últimos 40 anos, especialmente nos países desenvolvidos, onde se estimava que tais eventos pudessem corresponder a mais de um quarto dos nascimentos até 2010.
A opção pelo adiamento da maternidade desconsidera inadvertidamente a finitude da fertilidade feminina e implica o aumento do número de mulheres com dificuldades reprodutivas, tornando-se cada vez maior a procura por centros de assistência em reprodução humana.