Alimentação, Babies, Kids

Será que meu filho está comendo adequadamente?



Uma das perguntas que nós, mães, nos fazemos é “será que meu filho está comendo adequadamente?”. Eu mesma me faço essa pergunta ao menos duas vezes ao dia – no almoço e no jantar.

Mas como saber se o nosso filho está comendo adequadamente?

Quando a criança come o suficiente, geralmente ela:

  • Começa e para de comer espontaneamente – no caso dos bebês, eles abrem a boca e/ou pedem mais e, quando estão satisfeitos, viram o rosto e cerram os dentes;
  • Passa, no mínimo, 02 horas sem sentir fome;
  • É saudável e ativa

Quando a criança não come o suficiente, é bem provável que:

  • A criança sente fome em um período inferior a 02 (duas) horas;
  • Exagere na próxima refeição;
  • Perca peso e fique abatida.

Claro que, existem casos específicos, nos quais a criança não queira comer ou comer além do “normal” (aquela quantidade que ele está acostumado a comer diariamente). E aí precisamos identificar o mais rápido possível a causa para tais situações.

Um exemplo da perda de apetite por bebês e crianças é quando eles estão doentes – um resfriado já é o suficiente para que eles percam o apetite. Nesse caso, precisamos manter a calma, e pensar em formas para que não fiquem sem se alimentar. Uma forma é alterar a apresentação dos alimentos ou até mesmo sua textura, mas isso não quer dizer, que devemos ceder e dar um biscoito recheado só para ver o filho comendo, ok?

Mas não só a ausência de apetite nos traz preocupação, quando o filho começa a comer demais, ficamos loucas – aliás, não vou generalizar, mas eu fico louca quando vejo o Pedro e o Arthur comerem demais (com o Dudu não tenho essa preocupação). Mas, durante os picos de crescimento, é normal a criança sentir mais fome, já que há aumento do apetite e a redução do tempo entre uma refeição e outra.

Nas fases de pico de crescimento, é importante satisfazer as necessidades da criança, aumentando as porções dos alimentos e/ou alimentando-as sempre que eles pedirem.

É fundamental dizer que se a criança está crescendo e se desenvolvendo normalmente, não há motivos para se preocupar com a quantidade de alimentos ingeridos diariamente. É imprescindível que os pais se preocupem, sim, com a qualidade das refeições, garantindo a ingestão diária adequada de todos os grupos alimentares – cereais, feijão, frutas, legumes, verduras e proteínas.