Reflexões de Mãe, Sem categoria

Quer mudar o mundo? Ame o seu filho!



Quem não deseja um mundo melhor do que esse em que estamos vivendo? Um mundo sem corrupção, um mundo sem violência, um mundo mais justo, um mundo onde as crianças tenham uma infância livre, que possam viver sem se preocupar em quando sair de casa, se o carro estará ainda estacionado ou se tem algum ladrão por perto.

Infelizmente essa é a realidade em que vivemos nos dias atuais. Meu filho mais velho, por exemplo, sabe que quando saímos, precisa entrar o mais rápido possível no carro, porque podemos ser surpreendidos por um ladrão. Triste realidade, não é mesmo?

Mas você sabia que eu, você (caso tenha filho pequeno em casa) e todos os pais de crianças pequenas podemos mudar esse mundo? Não se trata de nenhuma utopia, mas de algo concreto e, de verdade, super simples! Sabe como? Amando o seu filho!

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Amando de verdade! Não é dando presentes para justificar a sua ausência por ter que trabalhar horas e mais horas por dia para dar uma vida digna para seu filho. Não é dando smartphones nem tablets para que a criança fica entretida, enquanto você fica conferindo as imbecilidades dos grupos de WhatsApp, que geralmente, nunca têm nada de interessante, que possa agregar alguma coisa à sua vida!

O que eu aprendi, depois de inúmeras leituras científicas (ou seja com respaldo), é que, quando um bebê tem amor desde o início da sua vida, cresce se sentindo mais forte emocionalmente, e isso, traz consequências incríveis para todos ao seu redor.

“As experiências de relacionamento têm efeitos imediatos e de longo prazo no desenvolvimento das crianças. A teoria do apego, desenvolvida pelo psiquiatra e psicanalista britânico John Bowlby na década posterior à Segunda Guerra Mundial, forneceu subsídios para os estudos coordenados pela psicóloga Mary Ainsworth. Tais pesquisas demonstraram que certos padrões de relações de apego durante a primeira infância estão associados a processos característicos de regulação emocional e a vínculos sociais no decorrer da vida”.

O foco no início da vida ressalta um princípio-chave de desenvolvimento: ao honrar plenamente as crianças. estamos honrando a trama vitalícia de relações que as cria e sustenta. E aqui, honrar plenamente uma criança, não significa que ela será o centro de tudo ao seu redor.

Ao contrário, a criança precisa escutar não, a criança precisa saber que o mundo não gira ao seu redor. Mas ao mesmo tempo, a criança precisa se sentir amada, a criança precisa se sentir segura em relação ao afeto dos seus pais, e aí assim, teremos a oportunidade de modificarmos este mundo tão caótico que estamos vivendo!

“Crianças que se sentem contempladas, amadas e honradas são muito mais capazes de se tornarem pais amorosos e cidadãos produtivos”.

Estamos vivendo uma fase de transição, onde muitos pais não sabem como agir, outros tantos têm medos de traumatizarem os filhos e acabam cedendo em momentos que não deveriam, e isso acaba gerando crianças inseguras e mimadas, que, com toda certeza, jamais conseguirão mudar o mundo, como tanto almejamos!

Ame os seus filhos, mas amar não significa mimar, não significa passar a mão na cabeça, não significa deixar ela fazer tudo o que quiser!

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