Bem Estar, Mommies & Goodies, Mommy to be, Saúde e bem estar

Métodos contraceptivos no pós parto



Métodos contraceptivos no pós parto é uma dúvida de quase todas as recém mãe, afinal, não quer engravidar novamente e não sabe se pode se proteger, por conta da amamentação. Então agora saiba tudo a respeito!

Uma das preocupações que menos tive quando Dudu nasceu foi como me protegeria de uma nova gravidez. Estava tão cheia de ocitocina, que já queria outro filho logo, essa é a verdade, mas o marido se arrepiava todo só de pensar em outro bebê.

Agora com o Arthur foi totalmente diferente. Já na primeira consulta pós-parto, questionei, o obstetra que realizou meu parto, sobre os métodos contraceptivos que poderia utilizar, mas que não atrapalhasse a amamentação. Ele me deu algumas alternativas e hoje resolvi compartilhar com vocês!

1. Sistema intrauterino (SIU) liberador de hormônio.

É o DIU de hormônio. Contém em sua base vertical um cilindro com o hormônio progestagênio, que vai sendo liberado gradualmente. Além da alta eficácia, tem a vantagem da redução do fluxo menstrual (já ouvi relatos até mesmo de que a menstruação não aparece!). Tem validade de 05 anos. Após a retirada, ocorre rápido retorno à fertilidade.

2. DIU.

É feito de plástico e cobre que, dentro do útero, dificulta a passagem dos espermatozóides e tem validade de até 10 anos. Após sua remoção, possui retorno à fertilidade. Essa foi a minha escolha! Como tenho muita reação com hormônios, preferi o DIU ao SIU. Mas se não passasse tão mal com hormônios, teria optado pelo anterior, já que a possibilidade de não menstruar muito me agrada!

3. Implante.

Trata-se de um bastão de progestagênio implantado sob a pele do antebraço que impede a ovulação por até 3 anos. Após a retirada, ocorre rápido retorno à fertilidade.

4. Laqueadura/vasectomia (irreversível).

Na laqueadura, as tubas uterinas são bloqueadas, impedindo o acesso de espermatozóide ao óvulo. A vasectomia é uma cirurgia realizada no homem que interrompe os canais diferentes, impedindo que os espermatozoides cheguem à vesícula seminal e saiam com o esperma.

5. Injetáveis.

O contraceptivo injetável trimestral possui apenas o hormônio progestagênio que é liberado lentamente na circulação sanguínea. Inibe a ovulação, altera o muco cervical e modifica o endométrio fazendo com que algumas mulheres parem de menstruar durante o seu uso. Injetáveis mensais não devem ser utilizados durante o aleitamento, pois contém estrogênio.

6. Minipílula.

A pílula de progesterona protege da gravidez porque modifica o muco cervical impedindo a subida dos espermatozoides para o útero. Sua eficácia está diretamente ligada ao uso correto da pílula. Lembrando que existem pílulas específicas para quem está amamentando. Questione o seu médico a respeito.

7. Método de amamentação e amenorreia.

Trata-se de um método natural. A mulher que amamenta um bebê exclusivamente com leite materno, por, no mínimo, quatro vezes ao dia e ainda não apresentou menstruação, pode ficar protegida de uma nova gravidez por até 6 meses. Esse foi o método que usei, quando Dudu nasceu. Rsrsrsrs

8. Camisinha.

Pode ser masculina ou feminina. Aqui tem o benefício adicional de proteger contra DST’s e AIDS.

9. Diafragma.

Trata-se de uma capa plástica ou barreira que a própria mulher coloca dentro da vagina, criando uma barreira para a entrada de espermatozoides no útero. O diafragma deve ser retirado após 6 horas desde a relação sexual e não protege contra DST’s.

10. Espermicida.

Com um índice de falha que oscila entre 18% e 29%, trata-se de um produto que a mulher introduz na vagina antes de cada relação sexual e cuja ação química mata os espermatozóides. Deve ser usado com a camisinha ou diafragma para maior eficácia.

Fonte: Folheto “Métodos contraceptivos no pós-parto” da Bayer