Gestação, Mommy to be

Como engravidar naturalmente de menina

Depois de escrever sobre como engravidar naturalmente de menino, e muitas me pedirem para buscar informações de como engravidar naturalmente de menina, hoje trago esse assunto para vocês. Sem poder ter testado na prática- afinal, por aqui foram 3 meninos – mas tudo com base em informações e relatos de amigas que só têm meninas.

São 10 dicas que podem te ajudar a engravidar naturalmente de menina. Vamos conferir?

1. Conheça seu ciclo menstrual

Pode parecer inútil, mas a maior parte das dicas que se referem ao assunto, requer conhecimento do próprio organismo.

Isso não vale apenas para as mulheres que sonham em ter filhas, mas também para ficar de olho nos sinais que o corpo manda para nós de que algo pode estar errado.

2. Consuma alimentos ricos em cálcio e magnésio

Já tem estudo científico comprovando que se deve alterar o cardápio, por cerca de 9 semanas antes da ovulação, aumentando a ingestão de alimentos ricos em cálcio (como o leite e seus derivados) e ricos em magnésio (verduras verde-escuras como o espinafre, a rúcula e couve), além de evitar o consumo de alimentos com muito sódio, potássio, carnes vermelhas e cereais!

3. Não consuma carne vermelha

Como dito acima, quem quer ter uma menina, deve evitar o consumo de carne vermelha.

4. Evite café e derivados

Aqui é uma dica que devemos dar para os parceiros: a cafeína e os seus derivados devem ser evitados, porque há pesquisas que mencionam que a cafeína aumenta mais os espermatozóides Y, facilitando a chegada deles ao óvulo, antes dos “X”, que já são mais lentos por natureza.

5. Tenha relações de 02 a 03 dias antes do período fértil

Os espermatozóides que carregam os gametas X, que são os responsáveis por conceber uma menina, são mais lentos e menos ágeis do que os masculinos, porém mais resistentes, conseguindo sobreviver durante mais tempo, daí o porquê desse período acima mencionado.

6. Utilize a Tabela Chinesa

Muitas mulheres se baseiam na Tabela Chinesa para escolherem o sexo do bebê. Só que um detalhe precisa ser observado: há várias tabelas espalhadas pela net e algumas delas não correspondem à original. Então essa aí abaixo é a verdadeira, e você pode confiar.

tabela-chinesa-verdadeira

Aliás falo mais sobre a Tabela Chinesa neste texto, onde falo sobre escolher (ou não) o sexo do bebê.

7. Tome banho quente antes da relação sexual

Há pesquisas que mencionam que os espermatozoides com cromossomo Y são mais sensíveis ao aumento de temperatura, e que não suportam bem o calor. Dessa forma, sugere-se que, logo antes da relação, a mulher tome um banho quente para ficar com o corpo aquecido.

8. Atenção à posição da relação sexual

Aqui também a anatomia dos espermatozóides “X” e “Y” é levada em consideração. De maneira geral, a penetração não pode ser muito profunda, já que os espermatozóides “Y” precisam morrer no meio do caminho e assim os espermatozóides “X” chegam ao óvulo.

Embora nenhum estudo que comprove qualquer influência da posição sexual sobre a probabilidade de gerar um bebê do sexo masculino ou feminino, não custa tentar.

Os gametas femininos podem superar os masculinos se o percurso for mais longo, já que apesar de lentos, são mais fortes. Assim, o casal pode tentar segurar o momento da ejaculação em posição menos profunda, preferencialmente antes de a mulher atingir o orgasmo para garantir que o canal vaginal esteja mais ácido.

9. Evite chegar ao clímax antes do parceiro

Assim os espermatozóides masculinos não chegam primeiro ao óvulo, já que os espermatozóides masculinos são mais rápidos que os femininos.

10. Ducha íntima

Essa dica, de todas acima, foi a que mais me incomodou de citar aqui, porque não acredito que isso possa fazer bem para a saúde da mulher, mas não vou deixar de citar a famosa ducha íntima.

Antes do contato íntimo, há quem diga que vale à pena fazer a ducha, pois o vinagre torna o pH vaginal mais ácido, ajudando os espermatozóides masculinos a morrerem. Para fazer a ducha, basta adicionar 1 colher de sobremesa de vinagre em 1 litro de água.

Não se esqueça: nem todas essas dicas têm embasamento científico. Há, inclusive, quem defenda que não se trata apenas de mitos e superstições, mas não custa tentar, né? Mas lembre-se o importante é a saúde da gestante e do bebê.