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Apadrinhamento Afetivo: adote essa ideia



Bom dia, minha gente!

É com muito carinho que escrevo mais um post. Vocês sabem o que é apadrinhamento afetivo?

No intuito de esclarecer esse ponto e mostrar uma forma de ser mais do que solidário, gostaria de dividir com vocês uma iniciativa bem interessante de divulgar.

apadrinhamento afetivo

DIRETO AO PONTO – APADRINHAMENTO AFETIVO.

Vamos lá!

O que é apadrinhamento afetivo?

É um programa para crianças e adolescentes que vivem em instituições de acolhimento ou em famílias acolhedoras com o objetivo de desenvolver vínculos afetivos, seguros e duradouros entre eles e pessoas da comunidade que se predispõem a serem padrinhos ou madrinhas.

Qual a diferença entre apadrinhamento e adoção?

O apadrinhamento afetivo não visa ​a filiação ou ​a parentalidade.

A adoção é para ser pai e mãe de uma criança que teve o seu poder familiar destituído.
Diferentemente do apadrinhamento afetivo.

O apadrinhamento afetivo busca facilitar o encontro entre a criança e o adolescente e pessoas da comunidade para uma amizade, uma aproximação. Essas pessoas tornar-se-ão de referência na sua vida, além da própria instituição.

Porém, essa criança ou o adolescente não irá morar com esse padrinho/madrinha, não haverá a instituição da guarda, esse padrinho não será responsável por esse menor, o guardião continuará sendo a instituição acolhedora.

O apadrinhamento afetivo de crianças e adolescentes com poucas chances de adoção tem proporcionado a esses jovens a convivência em família e o incentivo nos estudos.

As crianças têm encontros quinzenais – geralmente passam o fim de semana na casa dos padrinhos –, fazem passeios e participam dos eventos da família.

Tanto os padrinhos quanto os jovens são preparados previamente ​pela própria Instituição, que coordena o programa de apadrinhamento afetivo com o objetivo de possibilitar a esses jovens a construção de vínculos fora da instituição em que vivem.
Ou seja, busca ampliar as suas referências além da própria instituição.

Os primeiros encontros são no abrigo e, para que sejam realizadas visitas na casa da madrinha ou padrinho, o local é antes visitado por uma assistente social.

Uma das intenções do apadrinhamento afetivo é que a criança possa conhecer como funciona a vida em família, vivenciando situações cotidianas da comunidade.

As crianças aptas a serem apadrinhadas têm, quase sempre, mais de dez anos de idade, possuem irmãos e, por vezes, são deficientes ou portadores de doenças crônicas – condições que resultam, quase sempre​ e infelizmente​, em chances remotas de adoção.

Os padrinhos podem visitar a criança e, mediante autorização e supervisão, realizar passeios e até mesmo viagens com as crianças.

Em alguns Estados, o Poder Judiciário trabalha há alguns anos em conjunto com instituições que possuem programas que auxiliam os processos de adoção e de apadrinhamento afetivo que se tornaram referência no País – como, por exemplo, o Instituto Amigos de Lucas, no Rio Grande do Sul, e a Instituição Aconchego, no Distrito Federal.

Selecionei esse vídeo divulgado pelo CNJ realizado pela instituição Aconchego/DF:

​Ficou interessado? Procure o conselho tutelar de sua cidade e obtenha maiores informações.

Um abraço,

Até a próxima!

Gracemerce Camboim
e-mail: entrefamilia.blog@gmail.com
Instagram @gracemerce