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Alergias mais comuns na infância



Você já percebeu como as crianças atualmente são extremamente alérgicas? Digo isso por experiência própria, porque os meus três filhos são extremamente alérgicos. É só virar o tempo, que precisamos correr na emergência, porque é coceira no nariz, coriza sem fim…

Trabalhos científicos evidenciam que o início dos quadros alérgicos é bastante precoce e a sua duração cada vez maior -e aqui posso comprovar esses dados científicos, porque as crises alérgicas quando o meu primeiro filho tinha a mesma idade atual do mais velho, as crises dele eram de 3 a 5 dias, com o caçula já vamos há mais de 40 dias e nada resolve.

Asma, rinite alérgica, dermatite atópica, bebê chiador (cientificamente, lactante sibilante) são as formas de alergias mais comuns e corriqueiras atualmente. Há tratamentos mais recentes e que preferem prevenir que os quadros alérgicos apareçam – até utilizei um desses protocolos com o Arthur, por conta da coqueluche que ele contraiu em seus primeiros dias de vida, ainda na maternidade.

Nos pacientes alérgicos, o teste cutâneo de leitura imediata possibilita identificar e dimensionar de forma muito específica a intensidade da sensibilização a cada alérgeno respiratório, de acordo com o Dr. Hermínio Ramos, alergista e imunologista.

“Essa informação permite realizar um controle ambiental mais efetivo e em casos selecionados iniciar a imunoterapia, manipulada sob os mais rígidos controles de segurança especificamente para cada paciente, otimizando a eficácia do tratamento”.

E aqui ainda preciso falar um pouquinho sobre a alergia alimentar, que cada vez mais, também, tem aparecido nas famílias brasileiras. Alergia à proteína do leite, alergia ao glúten, alergia ao ovo… são tantas formas de alergias que, confesso, ainda bem que por aqui só o Arthur tem intolerância à lactose, o que já nos ocasiona todo um cuidado singular com a alimentação e todos os utensílios que ele utiliza.

Crianças com suspeita de alergia alimentar precisam de uma investigação ampla e muito específica para determinar qual o alimento específico relacionado ao quadro e se há ou não necessidade de excluir os alimentos e seus derivados do seu cardápio.

“A avaliação com um especialista em alergia e imunologia levará à prevenção adequada, ao controle apropriado e precoce dos quadros, permitindo a reintegração rápida da criança a suas atividades escolares, sociais e recreativas”, conforme nos informa o Dr. Hermínio Ramos.